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Welton Nadai reflete sobre o legado de Pixinguinha na música brasileira | Portal Itatiaia

  • 20 de abr.
  • 1 min de leitura

No dia 23 de abril, o Brasil celebrou o Dia Nacional do Choro — uma data que homenageia um dos maiores nomes da nossa música: Pixinguinha. Mais do que um compositor, ele foi um dos grandes responsáveis por consolidar o choro como base da identidade musical brasileira.

Flautista, saxofonista, arranjador e maestro, Pixinguinha transformou o choro em uma linguagem sofisticada, unindo influências africanas e europeias com inovação harmônica e rítmica. Obras como Carinhoso atravessaram gerações e seguem presentes no imaginário coletivo do país.

Para mim, como violonista, o choro representa muito mais do que um gênero — é um espaço de escuta, de troca e de construção musical. É onde a tradição encontra a liberdade criativa, mantendo viva a essência da música instrumental brasileira.

Celebrar Pixinguinha é reconhecer uma herança que continua em movimento. Seu legado permanece não apenas nas composições, mas na forma como seguimos tocando, aprendendo e compartilhando música até hoje.



Fonte: Itatiaia

 
 
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